A escolha de Felipão

Pois bem Felipão foi o escolhido da CBF. Muitos criticavam o trabalho de Mano, mas agora vejo que a maioria foi contra a saída de Mano. Quando falo de maioria estou falando dos jornalistas esportivos, especialmente os de Futebol. E só considero aqueles que realmente se preocupam com o futebol técnico e não das fofoquinhas. Posto isto e considerando que Felipão é um técnico ultrapassado tanto em termos de metodologia de trabalho como em estratégia e tática, fica a pergunta do porque mudaram? Por que Felipão. Se era para ser assim por que não deixaram Dunga? É igual ao Felipão até no trato da imprensa. Além disso, fico curioso em saber o que dirão se Felipão começar a chamar Ronaldinho, Robinho e todos os outros que ele gosta de chamar de família. Na época de Mano, estes caras eram ultrapassados, preguiçosos. Será que agora passarão a ser necessários para dar estabilidade ao grupo… a família?

Felipão foi campeão sim, mas ninguém esperava que Ronaldo jogasse o que jogou em 2002. Tanto é que todos queriam a convocação de Romário. Tanto é que se Ronaldinho não tivesse feito aquele gol espírita em cima da Inglaterra a história poderia ter sido outra. Vamos torcer, mas se for para priorizar nossas energias é melhor torcer contra Espanha e Alemanha do que a favor do Brasil

Pontos Corridos ou mata - mata. Por favor, escutem o cliente

Esta discussão sobre campeonatos de pontos corridos versus mata - mata é feita basicamente na imprensa e passa longe dos clientes – nós torcedores. É interessante ver os dois lados apresentando dados estatísticos que não são comparáveis. Hora vemos os defensores do mata-mata mostrando que a audiência na época do mata-mata era bem maior do que agora. Hora vemos grandes jornalistas mostrando estatísticas de média de público. Isto quando não mostram resultados de pesquisas feitas em seus sites. Os números não podem ser comparados diretamente, pois foram medidos em épocas diferentes que, por exemplo, apresentam cenários econômicos bem distintos.

Todos estes números são apenas indicativos, mas estão longe de serem conclusivos.

Usar modelos de outros países também pode ser perigoso, pois se o futebol na Europa tem grande sucesso com campeonatos corridos, nos Estados Unidos, berço do esporte profissional, o que funciona são os mata – matas.

Mais uma vez as comparações são indicativas, mas também estão longe de serem conclusivas.

Não entendo porque as pessoas que de fato estão interessadas na discussão não fazem o correto. Ou seja, uma pesquisa qualitativa e quantitativa com os clientes, nós torcedores, para saberem o que de fato preferimos. Claro que estou falando de uma pesquisa séria feita por uma empresa séria. Só assim saberíamos qual o melhor formato de campeonato que funciona para nós brasileiros e que tipo de receita poderia gerar para os clubes e para mídia. Assim uma decisão que colocasse na balança as preferências dos torcedores e os interesses comerciais de todos os envolvidos poderia ser tomada de forma consciente.

Enquanto não fizermos isto vamos ficar no “achismo” tão comum no futebol. “Achismos” dos clubes, dos jogadores, dos dirigentes e infelizmente da imprensa que tem como principal objetivo informar e não achar.

Até parece que todos têm medo do resultado que pode sair de uma pesquisa como esta.

Em tempo, sou a favor dos pontos corridos, mas meu pai sempre preferiu os mata- matas.

Resolvi apoiar a Olimpíada no Brasil

Fui contra a Olimpíada no Brasil até uma semana atrás. Foi ai que percebi um pequeno detalhe. A Olimpíada só será em 2016. Até lá já teremos passado por duas eleições presidenciais, de deputados e de senadores.

 

Não querer a Olimpíada aqui em 2016 é assumir que não temos nenhuma esperança que as coisas podem vir a mudar nos próximos anos. Alguns podem dizer que as obras poderão começar logo e assim a roubalheira também. Mas se em algum momento, mesmo que seja em 2014 tivermos um governo honesto, tudo poderá ser revertido ou pelo menos pessoas podem pagar pelo erro. Por este detalhe eu decidi ser a favor. Porque ser contra devido ao medo da roubalheira é jogar a toalha muito cedo por uma questão que é bem mais importante do que a Olimpíada - a honestidade na governança do Brasil. Eu decidi acreditar que podemos mudar.

 

Muitos jornalistas esportivos são contra a organização da Olimpíada no Brasil. Outros tantos são a favor. O que é um ponto positivo para a democracia. O único problema é que, na maioria, os argumentos são superficiais como quase tudo que escrevem e publicam.

A Copa do Mundo no Brasil e os Investimentos na Construção de Estádios de Futebol.

Saio do assunto principal deste Blog para falar da construção de estádios de futebol no Brasil para viabilizar uma copa do Mundo.

 

Sou contra a realização de uma Copa do Mundo no Brasil considerando as instituições políticas e futebolísticas que estão instaladas no Brasil. Não posso afirmar, mas minha hipótese é que muito dinheiro público será desperdiçado, para não falar outra palavra, na construção de estádios. Digo isto, pois não acredito que estádios serão construídos ou reformados com investimento privado, uma vez que a conta fecha apenas em cenário muito otimista. E isto em grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Construir um estádio, por exemplo, em Manaus é com certeza jogar dinheiro no lixo. Não existem nem jogos e nem eventos suficientes para lotar o estádio mais do que uma ou duas vezes por mês. Nada contra Manaus ou Cuiabá ou outras cidades menores. Mas a conta simplesmente não fecha.

 

Mesmo nas grandes capitais para a conta fechar, temos que ter um alinhamento perfeito de planetas para tudo de certo por algumas décadas.

 

Portanto, está claro para mim que iremos ter investimentos públicos na construção ou reforma dos estádios. E devido ao prazo, acontecerá da pior forma possível. Ou seja, às pressas. E como sabemos quanto mais às pressas um investimento público é feito, mais chance para corrupção florescer existe.

 

Sendo assim, a sociedade deve se mobilizar para garantir que o investimento seja o mínimo possível. Por exemplo, em São Paulo temos as opções de construir um estádio novo ou reformar o Morumbi. Faça se o mais barato que deve ser reformar o Morumbi. E que se reforme, mas sem nada muito monumental. Algo simples.

 

E neste caso do Morumbi temos uma complicação. Diferente do Maracanã que é do estado, o Morumbi é de uma entidade privada chamada São Paulo F.C. Sendo assim a reforma do estádio deveria ser feita em troca de uma garantia de parte das receitas futuras dos jogos do clube ou então algo bem mais controverso. Em troca da reforma a Prefeitura ficaria com uma parte do Morumbi que poderia ou ser alugado para outros eventos ou clubes, ou mesmo dar em consignação a um time de futebol.

 

Resumindo vamos ter a Copa no Brasil. Nossas instituições políticas e futebolísticas não são confiáveis. Portanto, agora temos que lutar para minimizar o prejuízo do dinheiro público. E para dizer que não fugi totalmente ao objeto do Blog, com a imprensa que temos será difícil esperar uma boa fiscalização.

Os Valores Astronômicos das Vendas de Kaka e Cristiano Ronaldo

Kaka vendido por 70 milhões de Euros. Cristiano Ronaldo vendido por 94 milhões (a se confirmar) de Euros. Números astronômicos que em qualquer setor da economia seriam questionadas sobre a viabilidade econômica de retorno. Mas parece que ninguém se preocupa com isto. Consigo entender que dirigentes de clubes e presidentes de federações não se preocupem com isto. Afinal, eles devem entender bem das “leis da economia” que vigoram na economia. O que não posso aceitar é que a imprensa esportiva que dedica a maior parte do tempo ao futebol não fale nada. O que vemos é uma euforia de como o nosso jogador brasileiro Kaka está sendo valorizado. Como ele poderá ser o melhor do mundo novamente jogando pelo Real Madrid. Mas nenhuma palavra sobre como o Real irá viabilizar o negócio. O pior é que alguns ainda tentam falar em venda de camisas, mas parecem que não param para fazer uma conta básica de quantas camisas adicionais serão vendidas e qual o percentual que fica com o clube. O adicional é muito importante, pois todo ano o Real já vende uma quantidade muito grande de camisas. Portanto Kaka será responsável apenas pelo número de camisas incremental que será vendido e não por todas as camisas com o seu nome que serão vendidas.

 

Enfim, ou boa parte dos jornalistas que acompanham o futebol fugia da escola quando as aulas de matemática e economia eram dadas, ou estão pouco se importando com o que de pior acontece no futebol, ou pior. São coniventes com a bandalha. Infelizmente uma piada.

Os exageros da Imprensa sobre Ronaldo

 

A contratação de Ronaldo pelo Corinthians mostra como a nossa imprensa esportiva gosta dos exageros. Talvez porque seja isto que gera audiência.

De um lado temos os exageradamente otimistas dizendo que Ronaldo será a maior atração do futebol brasileiro em 2009. Do outro lado temos os exageradamente pessimistas dizendo que se trata de uma ação puramente de marketing e que será mal sucedida. Como tudo na vida a verdade estará no meio do caminho. Nem Ronaldo será o craque que os otimistas esperam ver jogar em 2009, nem uma tentativa de marketing frustrada. 

Mas o que mais irrita nestes momentos é a marcação implacável da imprensa sobre Ronaldo. Milhares de jornalistas acompanham Ronaldo nos shows de Madona, em um restaurante no Rio ou me uma festa na casa de amigos. Mas são raros aqueles que acordam cedo para acompanhar Ronaldo em seus treinos matinais.

Do mesmo modo que parece ser moda entre os paparazos tirar fotos de atrizes que mostram sem querer as suas calcinhas, parece que entre os jornalistas esportivos a nova febre é acompanhar Ronaldo em sua vida pessoal. Sim ele é uma personalidade e, portanto, não pode se queixar desta visibilidade. Mas esta visibilidade deveria estar a cargo dos jornalistas de colunas de fofocas e não de jornalistas esportivos. Ou será que não existe diferença nenhuma entre estes dois tipos de jornalistas.

Equipe Premiere não sabe as regras do Futebol

Na cobertura do jogo do Corinthians contra o Guarani a equipe do Premiere me deu mais subsídios para dizer que esta imprensa é uma piada.

 

No final do jogo, o arbitro deu um pênalti a favor do Corinthians por uma agressão do defensor do Guarani em Dentinho – jogada duvidosa. A questão é que a bola estava nas mãos do Goleiro do Guarani, portanto em jogo. A equipe do Premiere – narrador, comentarista, reporter de campo – não sabiam explicar o porquê do pênalti. Estavam analisando a jogada anterior, mas parecia que não entendiam que uma falta, se cometida dentro da área, mesmo que sem a bola estar com os jogadores, é pênalti. Parece que pênalti só se a bola estiver na jogada. A comentarista do jogo é aquela que arrumou confusão com Rogério Ceni no ano passado.

 

Eu tento ser benevolente, mas estes jornalistas continuam a dar subsídios para dizer que a “Imprensa Esportiva é uma Piada”.

Nas férias do futebol jornalistas aproveitam para inventar a contratação de jogadores

Estamos entrando no período de férias do futebol brasileiro. Na falta de notícias, a maioria dos jornalistas via focar seus esforços em dar furos sobre a contratação de jogadores. O interessante sobre isto é que estes jornalistas vão criar notícias e uma vez que elas não se concretizarem (nunca existiram) vão culpar os dirigentes dos clubes de não serem capazes de cumprirem com suas promessas. Promessas que nunca foram feitas uma vez que estas notícias são, na sua maioria, apenas sonho destes jornalistas. Entra ano e sai ano e a isto se repete. Os grandes clubes, se comprassem todos os jogadores que a imprensa noticia, teriam times mais poderosos que Real Madrid e Barcelona.

 

Ao invés destes jornalistas aproveitarem este tempo para estudarem as táticas utilizadas pelos clubes, entender como está sendo feito o planejamento técnico de cada time, preferem ficar no jornalismo fofoqueiro. O mais interessante é que estes jornalistas sempre têm uma fonte. Fontes estas, que todo ano cometem grandes erros. Fico desconfiado que estas fontes são apenas a péssima e irresponsável imaginação destes jornalistas.

Biner pisa na Bola com Mano Menezes

Gosto muito do jornalista Victor Birner. Mesmo sendo torcedor do São Paulo consegue ser isento na maioria das vezes. Entretanto, na última semana fiquei decepcionado com um artigo em seu blog. Neste artigo, Birner colocava sob suspeita a ida de Mano Menezes para Inglaterra. Birner quis fazer uma ligação da ida de Mano para Londres com a MSI, sediada naquele país Ora, todos sabem que Mano realiza esta viagem no final do ano há algum tempo uma vez que sua filha estuda lá. Birner tentou consertar dizendo que considera Mano uma pessoa honesta, mas que todo o cuidado era pouco. A emenda ficou pior do que o soneto, uma vez que novamente pos Mano sob suspeita. Birner tem que entender que pessoas como ele tem o poder da mídia e, portanto suas palavras atingem muito mais pessoas do que ele imagina. Há algum tempo atrás ele já havia feito um comentário parecido sobre Felipe, o chamando de azarado. Para um jovem talento receber este título não ajuda em nada. Vá com calma Birner se não será mais uma nova piada.

Imprensa mais uma vez mostra que prefere a desgraça à conquista

Já faz uma semana que o Corinthians foi rebaixado para a segunda divisão e a imprensa continua falando sobre isto. Até aqui tudo bem, uma vez que o Corinthians é o time com a segunda maior torcida do Brasil. Mas o que não entendo é que parece que esqueceram que o São Paulo foi penta campeão brasileiro.

 

Este foco na desgraça e não na conquista só vem reforçar a minha opinião que a imprensa esportiva é uma piada. Fico imaginando como se sente um torcedor do São Paulo que ao invés de ouvir e ver reportagens de como o seu time conquistou mais um título, tem que ficar vendo reportagens e mais reportagens sobre a queda do Corinthians. A explicação pode ser fácil. Para falar mal do Corinthians não é necessário que o jornalista faça seu dever de casa. Basta sentar em frente à câmera ou do microfone e começar a falar. Para falar do São Paulo é necessário trabalhar, pesquisar, entender a campanha do São Paulo. Mas isto dá trabalho. E trabalho é a última coisa que uma boa parte dos jornalistas que cobrem futebol gosta de fazer.

Artigo de Stephen Kanitz - Mais informação e menos opinião.

O artigo de Stephen Kanitz, “Intenções por trás das Palavras” publicado na edição 2032 da revista Veja (31 de outubro de 2007) deveria ser lido por boa parte da imprensa esportiva brasileira. Neste artigo o autor nos alerta para nos preocuparmos em entender a agenda oculta de quem escreve uma determinada matéria: ”Se não nos preocuparmos em detectar a agenda oculta de quem nos prega alguma coisa, seremos presas fáceis dos que falam bonito e escrevem melhor ainda”. Vemos esta agenda todos os dias nas matérias sobre futebol. Seja por afinidade a algum clube, seja por divergência com algum dirigente, seja por proteção de algum órgão.

 

Além disso, o autor diz para preferirmos artigos com maior racionalidade: “Por isso prefiro sempre artigos que apresentam tabelas, números e outras informações concretas em vez de “idéias”, opiniões e indignações”.

 

É justamente isto que falta a imprensa esportiva: mais informação e menos opinião. São raros os jornalistas esportivos que fazem o dever de casa – vão atrás das informações, levantam números de forma correta e fazem análises técnicas. Os jornalistas esportivos dizem que o futebol tem que se profissionalizar. Estão certos, mas deveriam ser eles os primeiro a dar o exemplo.

A Copa de 2014

O emprego de milhares de jornalistas esportivos está garantido por mais 7 anos. Com a confirmação da Copa de 2014 no Brasil não faltarão polêmicas até lá. Interessante que mais uma vez o que vemos nas reportagens é um show de opiniões pessoais e “chutometros” sobre os resultados econômicos de uma copa do Mundo. Interessante, mas não surpreendente é que as melhores matérias sobre a Copa do Mundo estão sendo feitas justamente por jornalistas de outros setores. São interessantes, pois estes jornalistas, ao contrário de uma grande maioria dos esportivos, sabem que faz parte do trabalho dele fazer a lição de casa.

 

A maioria dos jornalistas, os esportivos é claro, nem se dignam a conferir os valores investidos na construção dos estádios na Europa para terem uma idéia do investimento necessário. Não precisam nem sair de casa. Bastam entrar no site Wikepedia que está tudo lá.

 

Jornalistas esportivos façam a sua lição de casa, ou sempre serão uma piada.

O Penta do São Paulo

A mais nova polêmica instalada na imprensa esportiva brasileira é o Penta do São Paulo. O SPFC diz que é o único. O Flamengo diz que foi o primeiro, pois contabiliza o título da Copa União de 1987. Para lembrar, em 1987, o Clube dos 13 organizou uma copa em paralelo ao Campeonato Brasileiro promovido pela CBF e ao final se recusou a fazer uma final com o Sport de Recife, campeão do campeonato promovido pela CBF.

 

De forma oficial não existe dúvida de que o SPFC é o primeiro e único Penta do Brasil, mesmo considerando que na época da Copa União, dirigentes do São Paulo defenderam que o campeonato promovido pelo Clube dos 13 era o que valia.

 

De forma racional, a coisa muda uma vez que todos sabem que o Flamengo foi o campeão de fato, embora não o de direito. O SPFC é tão único Penta do Brasil, como o Corinthians se diz o primeiro campeão mundial de clubes. O Corinthians também, oficialmente, pode dizer isto uma vez que o campeonato mundial de clubes só foi instituído em 2000 e voltou a ser disputado apenas em 2006. Todo o resto era Copa Toyota. Mas todos nós sabemos que a Copa Toyota era o Campeonato Mundial de Clubes.

 

Enquanto isto, a imprensa gasta horas e horas na TV e no rádio discutindo isto. Será que não existe coisa mais interessante para se falar. Não vi, por exemplo, até agora uma análise detalhada da campanha do SPFC mostrando as virtudes do time, os problemas encontrados e as soluções desenvolvidas.

O caso da Foquinha

Na agressão de Coelho ao Kerlon a imprensa esportiva mostrou o quanto está perdida. É claro que Coelho fez uma falta violenta, mas foi só isto. Ao invés da imprensa tratar isto como apenas mais um caso, tivemos que agüentar por mais de uma semana um número sem fim de programas esportivos discutindo se Coelho estava certo ou não. Se Kerlon estava certo ou não. Será que não existe coisa mais interessante no futebol para se discutir como as diferenças táticas entre um time e outro, as atuações coletivas de um determinado time? Não a imprensa prefere ficar na polêmica pois acha que é isto que dá audiência. Pode até ser que no curto prazo seja isto mesmo, mas basta ver os programas que sempre foram reis neste tipo procedimento aonde estão. Milton Neves está cada vez mais perto da madrugada. Flávio Prado a cada dia perde mais audiência – como se fosse possível perder o que não tem. Realmente mais um caso aonde fica claro que a imprensa é uma piada. Pior do que isto só a quantidade de programas analisando a arbitragem.

Um mau começo para uma pessoa que deseja se tornar um grande jornalista

Tenho acompanhado o Blog do Paulinho com certa freqüência. Aparentemente é um profissional que deseja realizar um trabalho sério na imprensa esportiva. Entretanto, deveria evitar uma prática que vem realizando - a defesa de dirigentes de um determinado clube. Paulinho se tornou um grande defensor de Citadini e seus aliados . O problema de escolher um lado é que isto compromete a isenção que um Jornalista precisa ter. Por exemplo, ele não tem respostas convincentes quando é questionado sobre o passado de Citadini, quando este era o homem forte de Dualib na condução do futebol Corinthiano. Ao mesmo tempo diz que Dualib foi desonesto por 14 anos. Destes 14 anos, em pelo menos 10 anos Citadini esteve junto com o “Velho”. Quando questionado sobre isto a única resposta que dá é: “Citadini é honesto”. Para um jornalista isto está longe de ser uma boa resposta. É melhor mudar o comportamento ou será apenas mais uma piada dentro da imprensa esportiva.

[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL , Sudeste , SAO PAULO , HIGIENOPOLIS , Homem , de 36 a 45 anos , Portuguese , English , Esportes , Viagens

 
Visitante número: